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MÃE E MÉDICO DE T.O.P DECLARA QUE SEU ESTADO E GRAVE E CONTRADIZ A POLÍCIA


Médicos também informam que o estado do ídolo é mais complicado do que o informado anteriormente


Após as primeiras notícias de que T.O.P, integrante do grupo BIGBANG, estava internado na UTI por conta de uma overdose de remédios, um oficial da polícia coreana informou que:

Um exame médico mostrou que Choi não tem problemas sérios e que reage quando as pessoas chamam seu nome ou o beslicam. Quando ele foi transferido para o hospital, ele não estava em uma maca, mas foi ajudado por outras pessoas. Ele não está em uma condição crítica. Está apenas dormindo já que a medicação que ele tomou tinha pílulas para dormir. Assim que o efeito passar, depois de um dia ou dois, ele vai ficar bem.

Porém, a mãe do rapper refutou a posição da polícia. Em uma conversa com repórteres na porta do centro médico da Ewha Womans University, ela informou que a condição de T.O.P é “muito ruim” e que seu filho está “quase morrendo”. Ainda de acordo com a mãe do ídolo, o primeiro médico que o atendeu pode confimar que T.O.P chegou inconsciente ao hospital. Após o pronunciamento da mãe, um reprensentante da YG Entertainment informou que ela está “muito brava com a polícia. T.O.P está inconsciente e depende de um respirador artificial.”

Os médicos responsáveis pelo caso também se pronunciaram. Em uma coletiva de imprensa, os especialistas informaram que a suspeita é que T.O.P tenha sofrido uma overdose de benzodiazepina – um grupo de ansiólitocos utilizados como sedativos, hipnóticos e relaxantes musculares que, em doses altas, podem levar ao coma. Eles reafirmaram a posição da mãe, dizendo que a condição do rapper é “extremamente ruim” e que, quando chegou ao hospital, ele não respondia à estimulação por luz, reagindo apenas a “estimulações fortes”, entretanto, disseram que a situação dele havia melhorado após o tratamento emergencial. De acordo com a equipe, T.O.P ainda está em estado narcoleptico e que “caso o estado do paciente melhore, nós vamos começar um tratamento junto ao departamento de saúde mental.”

Fonte: (1)

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